É mentira que nós somos apenas “nós”.
Nós somos nós e “tudo” que existe. A água é nós. O ar é nós. O calor é nós. A terra é nós.
Mas não é só isso.
Cientistas estudam a verdade físico-química do Complexo de Carbono (o ser humano “físico-quimicamente” falando) e descobriram que o ser humano é feito da poeira das estrelas.
Uáááu!!! Essa é boa: a mesma matéria que fez as estrelas nos fez a nós humanos também. É poético não é? Física e química unem-se para ensinar que não somos apenas os quatro elementos -terra, água, fogo e ar- mas também “as estrelas”. Seria isso que Shakespeare disse, ao dizer que “entre o Céu e a Terra existem mais coisas do que supõe nossa vã filosofia?”
E a Bíblia: “do pó vieste e ao pó voltarás”.
Se somos a “poeira das estrelas”, somos não apenas esta terra, mas o universo.
É ruim pensar isso porque vem um dilema: Se a terra for eliminada, nós morreremos. Se a água for eliminada, nós morreremos. Se o ar for eliminado, nós morreremos. Se o calor for eliminado, nós morreremos.
E se somos “poeira das estrelas” somos igualmente o universo.
A conclusão é óbvia: somos o todo.
Não somos parte do todo.
Somos o todo. E o todo “é” nós.
Isso explica (pelo menos para mim) o que Jesus disse: “... O reino de Deus está dentro e fora de você...”. Essa compreensão reputo uma consciência avançada do ser-no-todo e não apenas no ser-em-si (que é o que nos caracteriza como raça egoísta).
Tal compreensão, deveria nos fazer amorosos e humildes diante de toda essa estrutura onde, de repente, nós humanos passamos a “pensar”. Nenhum de nós é uma ilha. O todo nos tem e nós temos o todo. E só quando se compreende é que realmente se percebe o que significa ser a “imagem e semelhança” do bem.
Nenhum de nós viveria sem a terra, sem o ar, sem a água e sem o calor, sem este planeta.
Mas este planeta também não viveria sem a estrutura do universo que o sustenta em seu eixo. Uns e outros se dependem. Capicci? Eu e você. Você e eu. Nós. É isso aí: nós, o todo.
Saber isso deveria nos fazer amorosos, porque olhando às reações físico-químicas que nos mantém vivos, se conclui que tudo está "ali" para terminar em confusão.
Raça inteligente seria a que tentasse viver em paz. Mas nós humanos, os “inteligentes” do pedaço, fazemos tudo (e mais um pouco) para nos meter em encrenca, como bem se viu nas “indecisões” de Copenhague, no encontro da ONU sobre aquecimento global.
Nós somos nós e “tudo” que existe. A água é nós. O ar é nós. O calor é nós. A terra é nós.
Mas não é só isso.
Cientistas estudam a verdade físico-química do Complexo de Carbono (o ser humano “físico-quimicamente” falando) e descobriram que o ser humano é feito da poeira das estrelas.
Uáááu!!! Essa é boa: a mesma matéria que fez as estrelas nos fez a nós humanos também. É poético não é? Física e química unem-se para ensinar que não somos apenas os quatro elementos -terra, água, fogo e ar- mas também “as estrelas”. Seria isso que Shakespeare disse, ao dizer que “entre o Céu e a Terra existem mais coisas do que supõe nossa vã filosofia?”
E a Bíblia: “do pó vieste e ao pó voltarás”.
Se somos a “poeira das estrelas”, somos não apenas esta terra, mas o universo.
É ruim pensar isso porque vem um dilema: Se a terra for eliminada, nós morreremos. Se a água for eliminada, nós morreremos. Se o ar for eliminado, nós morreremos. Se o calor for eliminado, nós morreremos.
E se somos “poeira das estrelas” somos igualmente o universo.
A conclusão é óbvia: somos o todo.
Não somos parte do todo.
Somos o todo. E o todo “é” nós.
Isso explica (pelo menos para mim) o que Jesus disse: “... O reino de Deus está dentro e fora de você...”. Essa compreensão reputo uma consciência avançada do ser-no-todo e não apenas no ser-em-si (que é o que nos caracteriza como raça egoísta).
Tal compreensão, deveria nos fazer amorosos e humildes diante de toda essa estrutura onde, de repente, nós humanos passamos a “pensar”. Nenhum de nós é uma ilha. O todo nos tem e nós temos o todo. E só quando se compreende é que realmente se percebe o que significa ser a “imagem e semelhança” do bem.
Nenhum de nós viveria sem a terra, sem o ar, sem a água e sem o calor, sem este planeta.
Mas este planeta também não viveria sem a estrutura do universo que o sustenta em seu eixo. Uns e outros se dependem. Capicci? Eu e você. Você e eu. Nós. É isso aí: nós, o todo.
Saber isso deveria nos fazer amorosos, porque olhando às reações físico-químicas que nos mantém vivos, se conclui que tudo está "ali" para terminar em confusão.
Raça inteligente seria a que tentasse viver em paz. Mas nós humanos, os “inteligentes” do pedaço, fazemos tudo (e mais um pouco) para nos meter em encrenca, como bem se viu nas “indecisões” de Copenhague, no encontro da ONU sobre aquecimento global.