O que fazer para Dois Irmãos continuar a ter vida econômica quando o ciclo do sapato findar?
Dois Irmãos tem vocação para mais o quê?
Sempre que se pergunta isso, logo falam em turismo. Porém, nos falta muito para turismo.
Faltam hotéis. Só é “turista” quem dorme na cidade. Temos de criar hotéis e pousadas, para sermos uma cidade turística.
Temos bons restaurantes. Mas cozinha especializada não temos. E não é defeito nosso. Novo Hamburgo só agora abriu especializados. E ainda não tem um Chef respeitado. Para Dois Irmãos erguer-se como turismo, teria de criar uma gastronomia, não apenas a “colonial” (que temos e muito boa, por sinal), mas outras opções. Afinal, num passeio romântico (que é o que move mundialmente o turismo) ninguém quer se encher de comida. O turista com dinheiro (que é o único que interessa, pois o restante é andarilho) deseja requinte, e refeição para ele é prenúncio de amor que termina no “esporte branco” (entendeu?).
Poderíamos, como já escrevemos tantas vezes aqui, transformar Dois Irmãos na cidade dos móveis pré-fabricados. Temos várias empresas de móveis pré. Mas precisamos criar o selo de qualidade. E um show room coletivo, tipo Casa-Cor.
E sabe o que mais dói? É que se não fosse o ex-prefeito ter vacilado, teríamos criado ali na área industrial algo que iria revolucionar a cidade no tocante a móveis pré.
Porém... políticos!
“Passinho prá frente/ passinho prá trás”.
E se é em móveis que nos meteremos, teremos de ter empresas fabricando (aqui) tapetes, cortinas, etc, e tudo isso tem de ser incentivado.
De tudo que não temos, porém, para sermos turísticos, o que mais nos falta é tato para adular turista. Afinal, tudo que turista quer é ser adulado!
Temos paisagem nos rodeando. Mas não basta. Cambará está repleta de paisagens, inclusive canyons como Aparados da Serra e Malacara, e vai caindo aos pedaços.
Sugerimos criar aqui, no governo passado, um vale de micro-cervejarias. Mas riram da ideia. Não por maldade, é claro, mas por pura ignorância. Ou talvez porque fomos nós que demos a ideia. E porque riram, Dois Irmãos perdeu terreno e outras cidades agora já têm esse vale. Pena, não é?
De qualquer forma, precisamos começar a pensar no que fazer dentro de 20 anos. Até lá o sapato segura as pontas da economia. Mas de lá em diante... é conosco.
Dois Irmãos tem vocação para mais o quê?
Sempre que se pergunta isso, logo falam em turismo. Porém, nos falta muito para turismo.
Faltam hotéis. Só é “turista” quem dorme na cidade. Temos de criar hotéis e pousadas, para sermos uma cidade turística.
Temos bons restaurantes. Mas cozinha especializada não temos. E não é defeito nosso. Novo Hamburgo só agora abriu especializados. E ainda não tem um Chef respeitado. Para Dois Irmãos erguer-se como turismo, teria de criar uma gastronomia, não apenas a “colonial” (que temos e muito boa, por sinal), mas outras opções. Afinal, num passeio romântico (que é o que move mundialmente o turismo) ninguém quer se encher de comida. O turista com dinheiro (que é o único que interessa, pois o restante é andarilho) deseja requinte, e refeição para ele é prenúncio de amor que termina no “esporte branco” (entendeu?).
Poderíamos, como já escrevemos tantas vezes aqui, transformar Dois Irmãos na cidade dos móveis pré-fabricados. Temos várias empresas de móveis pré. Mas precisamos criar o selo de qualidade. E um show room coletivo, tipo Casa-Cor.
E sabe o que mais dói? É que se não fosse o ex-prefeito ter vacilado, teríamos criado ali na área industrial algo que iria revolucionar a cidade no tocante a móveis pré.
Porém... políticos!
“Passinho prá frente/ passinho prá trás”.
E se é em móveis que nos meteremos, teremos de ter empresas fabricando (aqui) tapetes, cortinas, etc, e tudo isso tem de ser incentivado.
De tudo que não temos, porém, para sermos turísticos, o que mais nos falta é tato para adular turista. Afinal, tudo que turista quer é ser adulado!
Temos paisagem nos rodeando. Mas não basta. Cambará está repleta de paisagens, inclusive canyons como Aparados da Serra e Malacara, e vai caindo aos pedaços.
Sugerimos criar aqui, no governo passado, um vale de micro-cervejarias. Mas riram da ideia. Não por maldade, é claro, mas por pura ignorância. Ou talvez porque fomos nós que demos a ideia. E porque riram, Dois Irmãos perdeu terreno e outras cidades agora já têm esse vale. Pena, não é?
De qualquer forma, precisamos começar a pensar no que fazer dentro de 20 anos. Até lá o sapato segura as pontas da economia. Mas de lá em diante... é conosco.
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Em tempo:
I - O Jayme Magalhães Júnior lembrou que se for duplicada a BR 116, a primeira coisa que desaparecerá serão os plátanos. Todos os plátanos plantados na área que for duplicada se tornarão uma doce (e desaparecida) lembrança.
I I - Você escreve pensando de um jeito e quem lê entende do modo como quer. Foi assim que um leitor, lendo a crítica sobre a famigerada duplicação da 116, logo explodiu em raiva, dizendo: “Mas pô, onde esse Alan estudou? Será que ele não sabe que isso não é uma coisa da prefeitura e sim de Brasília?
Pois é... o leitor entendeu errado.