Certas pessoas dizem:
“Eu morro e não vejo tudo”.
Mas é provável que ao morrer veja a morte!
A morte.
É mais fácil enfrentar a morte do que encarar a vida. Qualquer adolescente sabe disso, em seu mundo de esperança. E todo velho sabe disso, em seu mundo de recordações.
Mas o fundamental no viver é ver a vida. Viver ela. Tocar nela com a delicadeza e o desejo com que se toca a pessoa amada no momento em que se a deseja loucamente.
A vida é para ser feliz nela. Ou decida-se por morrer, já que viver tipo zumbi, morto como vivo, vivo como morto, já é estar morto.
Então, perceba isso e sorria!
Dance com a vida.
A vida é Deus que está fora e dentro de nós. Deus é nós, somos sua projeção de bondade e alegria, satisfação e prazer, amor e desejo, inteligência e humildade, e também a arrogância que às vezes nos parece necessária para podermos viver neste mundo de corações endurecidos pela verdade que desconhecemos.
Viver não é buscar a felicidade.
A felicidade é subproduto da verdade.
Busque a verdade e ganhará a felicidade, busque a felicidade e ganhará o subproduto dela, que é a infelicidade.
Lembre-se: uma coisa sempre leva a outra, o universo se move pela ação e reação, com ondas eternas de causa e de efeito.
Viver é libertar-se de si mesmo.
É admitir que somos a projeção do Criador.
É dar gargalhadas sem compromisso, daquelas de doer o maxilar.
Viver é chegar perto da essência da vida, é se aproximar do “ser” da vida, e isso nada mais é do que nos aproximarmos de nós mesmos.
A vida reserva surpresas.
Num dia qualquer, numa noite qualquer, numa estrada qualquer, lá vai você, sisudo e boquiaberto com sua insignificância, e alguém ao lado olha você, e vê você, e você a vê, e a emoção do viver explode em toda plenitude na surpreendente dança da vida, encontro e desencontro, a grande charada do viver.
Deixe-se surpreender pela vida.
Do nascimento à morte a vida é sempre um copo com água pelo meio. Cabe a você dizer se o copo da vida está meio cheio ou meio vazio.
Quem a vê como um copo meio cheio, terá sempre mais sorrisos e danças, já que a vida é uma explosão (às vezes silenciosa) de sons e cores de múltiplos tons em cada um de seus olhos lindos. E já vou indo. Au revoir!
“Eu morro e não vejo tudo”.
Mas é provável que ao morrer veja a morte!
A morte.
É mais fácil enfrentar a morte do que encarar a vida. Qualquer adolescente sabe disso, em seu mundo de esperança. E todo velho sabe disso, em seu mundo de recordações.
Mas o fundamental no viver é ver a vida. Viver ela. Tocar nela com a delicadeza e o desejo com que se toca a pessoa amada no momento em que se a deseja loucamente.
A vida é para ser feliz nela. Ou decida-se por morrer, já que viver tipo zumbi, morto como vivo, vivo como morto, já é estar morto.
Então, perceba isso e sorria!
Dance com a vida.
A vida é Deus que está fora e dentro de nós. Deus é nós, somos sua projeção de bondade e alegria, satisfação e prazer, amor e desejo, inteligência e humildade, e também a arrogância que às vezes nos parece necessária para podermos viver neste mundo de corações endurecidos pela verdade que desconhecemos.
Viver não é buscar a felicidade.
A felicidade é subproduto da verdade.
Busque a verdade e ganhará a felicidade, busque a felicidade e ganhará o subproduto dela, que é a infelicidade.
Lembre-se: uma coisa sempre leva a outra, o universo se move pela ação e reação, com ondas eternas de causa e de efeito.
Viver é libertar-se de si mesmo.
É admitir que somos a projeção do Criador.
É dar gargalhadas sem compromisso, daquelas de doer o maxilar.
Viver é chegar perto da essência da vida, é se aproximar do “ser” da vida, e isso nada mais é do que nos aproximarmos de nós mesmos.
A vida reserva surpresas.
Num dia qualquer, numa noite qualquer, numa estrada qualquer, lá vai você, sisudo e boquiaberto com sua insignificância, e alguém ao lado olha você, e vê você, e você a vê, e a emoção do viver explode em toda plenitude na surpreendente dança da vida, encontro e desencontro, a grande charada do viver.
Deixe-se surpreender pela vida.
Do nascimento à morte a vida é sempre um copo com água pelo meio. Cabe a você dizer se o copo da vida está meio cheio ou meio vazio.
Quem a vê como um copo meio cheio, terá sempre mais sorrisos e danças, já que a vida é uma explosão (às vezes silenciosa) de sons e cores de múltiplos tons em cada um de seus olhos lindos. E já vou indo. Au revoir!