Excelente essa ideia do prefeito Fogaça “humanizar” o trânsito, em Porto Alegre.
Ao cruzar a rua, e vendo que carros e motos se aproximam, você levanta a mão, avisando que precisa passar, e esse gesto da mão levantada é uma solicitação ao motorista que pare, dando espaço na rua aos seres humanos e não apenas às máquinas.
Genial. Excelente, sem dúvida.
Mas como tudo, é preciso bom senso. E humildade.
Bom senso e humildade do motorista.
Bom senso e humildade do pedestre.
E além de bom senso e humildade, é necessário responsabilidade “e” inteligência, especialmente por parte do pedestre, já que ele não pode se jogar para o meio da rua e assim, num vapt-vupt, querer que ao levantar a mão o motorista já pare.
O pedestre tem de ter “profundidade de campo”, tem de entender que de dentro do carro e numa velocidade de 40 km/h, o motorista terá de “ver” o pedestre pelo menos a 10 ou 15 metros de distância.
O pedestre tem de entender que o motorista, de dentro do carro, vem “na frente”, mas não é o único carro, pois atrás dele vem outro carro ou outros carros, além dos motoqueiros, que viraram os reis das ruas.
Então, se o motorista não ver o pedestre pedindo passagem a 10 ou 12 metros, e sim "em cima", ele vai frear, mas tão próximo estando poderá (sem querer) não conseguir frear a tempo e acabará atropelando o pedestre. E se frear assim, bruscamente, de soco, não dando aqueles necessários segundos para desacelerar, levará o motorista (ou motoqueiro) que vem atrás a bater nele, pela freada brusca que der.
Essa lei da capital é altamente civilizadora, mas o pedestre não pode se tornar autoritário, truculento e muito menos irracional. O trânsito é “um acordo”. E se essa lei vingar em Porto Alegre, o Estado inteiro a adotará e o trânsito ficará mais elegante e sincero. Mas todos temos de pegar leve, com inteligência, para que essa não seja mais uma lei que caducará antes de se tornar um “bom costume”.
Ao cruzar a rua, e vendo que carros e motos se aproximam, você levanta a mão, avisando que precisa passar, e esse gesto da mão levantada é uma solicitação ao motorista que pare, dando espaço na rua aos seres humanos e não apenas às máquinas.
Genial. Excelente, sem dúvida.
Mas como tudo, é preciso bom senso. E humildade.
Bom senso e humildade do motorista.
Bom senso e humildade do pedestre.
E além de bom senso e humildade, é necessário responsabilidade “e” inteligência, especialmente por parte do pedestre, já que ele não pode se jogar para o meio da rua e assim, num vapt-vupt, querer que ao levantar a mão o motorista já pare.
O pedestre tem de ter “profundidade de campo”, tem de entender que de dentro do carro e numa velocidade de 40 km/h, o motorista terá de “ver” o pedestre pelo menos a 10 ou 15 metros de distância.
O pedestre tem de entender que o motorista, de dentro do carro, vem “na frente”, mas não é o único carro, pois atrás dele vem outro carro ou outros carros, além dos motoqueiros, que viraram os reis das ruas.
Então, se o motorista não ver o pedestre pedindo passagem a 10 ou 12 metros, e sim "em cima", ele vai frear, mas tão próximo estando poderá (sem querer) não conseguir frear a tempo e acabará atropelando o pedestre. E se frear assim, bruscamente, de soco, não dando aqueles necessários segundos para desacelerar, levará o motorista (ou motoqueiro) que vem atrás a bater nele, pela freada brusca que der.
Essa lei da capital é altamente civilizadora, mas o pedestre não pode se tornar autoritário, truculento e muito menos irracional. O trânsito é “um acordo”. E se essa lei vingar em Porto Alegre, o Estado inteiro a adotará e o trânsito ficará mais elegante e sincero. Mas todos temos de pegar leve, com inteligência, para que essa não seja mais uma lei que caducará antes de se tornar um “bom costume”.