Hoje o mundo é o individualismo e cada pessoa vive para si. O cidadão pensa antes em si, e a maioria passa a vida sem pensar no outro. Vivemos o tempo em que o importante é o “eu” e o coletivo é nada. Para a maioria das pessoas, o coletivo não existe. E não é um fenômeno brasileiro, é mundial. A maioria das pessoas nem sabe o que significa o coletivo. Conhecem-se a si mesmas, e o resto ao redor delas é como um sonho, uma ilusão, uma alucinação, algo que está “por aí” mas não existe. Para a maioria das pessoas, só elas existem, e fora delas nada mais é. Pensam em si. Agem por si. Fazem para si.
É o que temos hoje, nossa filosofia de viver.
Nem sempre o mundo foi assim.
No século XII e arredores, as pessoas não viviam em individualidade. Parece estranho para nós deste século atual onde tudo é individualismo reconhecer que houve um tempo em que o ser humano não se reconhecia como indivíduo. Ele só se reconhecia como ser coletivo. E, nessa época, havia apenas três categorias de pessoas:
- As que rezavam (os padres, o clero)
- As que lutavam (os guerreiros)
- E as que trabalhavam (os agricultores).
Homens e mulheres morriam pelo seu reino, pelo seu deus e pelo seu trabalho.
Naquela época não era como hoje, onde o mundo gira ao nosso redor.
Naquela época era o homem (e os demais homens) que girava ao redor do mundo.
O homem se via como um ser que girava junto com os demais no mundo, e se ele não fosse um no todo, o todo não seria um com ele.
Saber isso pode surpreender o egoísmo e a individualidade que nos caracteriza.
E nesta época em que quase ninguém levanta uma palha se não receber algo em troca “para si”, é interessante perceber que nem sempre as coisas foram assim.
A modernidade nos fez individualistas e mesquinhos, quando não grandes medíocres. E descobrir que o que temos hoje é fruto e não árvore, nos leva a um banho de consciência sobre o fim da gentileza.
Estamos “ali” para nos tornar um bando de gente grossa e desapegada da bondade. E isso é que desencadeou o início do fim da raça humana, que vem se mostrando acentuadamente em várias áreas do planeta.
Descobrir que nem sempre se foi assim, pode abrir nossos olhos e nos fazer mais gentis, elegantes e sinceros, mesmo que cercados de cínicos, grosseiros e falsos.
É o que temos hoje, nossa filosofia de viver.
Nem sempre o mundo foi assim.
No século XII e arredores, as pessoas não viviam em individualidade. Parece estranho para nós deste século atual onde tudo é individualismo reconhecer que houve um tempo em que o ser humano não se reconhecia como indivíduo. Ele só se reconhecia como ser coletivo. E, nessa época, havia apenas três categorias de pessoas:
- As que rezavam (os padres, o clero)
- As que lutavam (os guerreiros)
- E as que trabalhavam (os agricultores).
Homens e mulheres morriam pelo seu reino, pelo seu deus e pelo seu trabalho.
Naquela época não era como hoje, onde o mundo gira ao nosso redor.
Naquela época era o homem (e os demais homens) que girava ao redor do mundo.
O homem se via como um ser que girava junto com os demais no mundo, e se ele não fosse um no todo, o todo não seria um com ele.
Saber isso pode surpreender o egoísmo e a individualidade que nos caracteriza.
E nesta época em que quase ninguém levanta uma palha se não receber algo em troca “para si”, é interessante perceber que nem sempre as coisas foram assim.
A modernidade nos fez individualistas e mesquinhos, quando não grandes medíocres. E descobrir que o que temos hoje é fruto e não árvore, nos leva a um banho de consciência sobre o fim da gentileza.
Estamos “ali” para nos tornar um bando de gente grossa e desapegada da bondade. E isso é que desencadeou o início do fim da raça humana, que vem se mostrando acentuadamente em várias áreas do planeta.
Descobrir que nem sempre se foi assim, pode abrir nossos olhos e nos fazer mais gentis, elegantes e sinceros, mesmo que cercados de cínicos, grosseiros e falsos.