O Especial de 50 Anos de Dois Irmãos que a cidade está recebendo e que foi elaborado pela equipe do Jornal Dois Irmãos, recupera a memória dos nossos antepassados.
Sem antepassado você é nada. Você até pode pensar que é grande coisa, que é o tal, o mais inteligente, o mais bonito, culto e corajoso. Mas você não começou com você. Você não é um fenômeno no acaso do tempo. Você é fruto. Você talvez se torne árvore. Mas nunca esqueça que você é fruto. E de quem você é fruto? Dos antepassados. É fruto dos que vieram antes de você. Somos a soma dos que vieram antes de nós, gerando moléculas e conexões, cultura e história que uniram-se para permitir nossa presença viva neste momento. Eu sou assim. E você também.
Você acha que é cerne. E a raiz, cadê?
Ninguém é uma ilha. E mesmo as ilhotas perdidas no mar, emergiram de uma terra, abaixo dos oceanos, e nem elas são ilhas, mas parte de um todo que as gerou.
Assim foi também com Dois Irmãos, terra de oportunidades para tantos que aqui só chegaram por que aqui era melhor do que o lugar onde estavam. Eu, inclusive.
Era urgente recuperar essa história perdida na ausência de narradores, que era o que se tinha até ser fundado, em 1983, o Jornal Dois Irmãos.
Até 1983 era a pré-história, a história não escrita, só narrada oralmente. E como a história oral se modifica de acordo com quem conta, já que quem conta um conto aumenta um ponto, se não fizéssemos agora essa recuperação escrita da história até aqui oral, ela em uma década (ou até menos) se perderia para sempre.
Esse especial de 50 anos que fizemos nem é jornal. É vinho. E tal qual o vinho ele ficará quando mais velho melhor. Então, humildemente agradeço a Deus por ter permitido a nossa equipe dar para esta cidade tão maravilhosa um resgate honesto e profundo do seu próprio ser. Como já disse certa vez, passa-se a vida sem saber a razão de se viver. Mas em momentos como esse, temos a noção exata de “para que” fomos mantidos aqui tanto tempo.
Se você não tem o seu exemplar, passe no Jornal Dois Irmãos e compre um. Compre e guarde, pois o tempo fará esse especial de 50 anos muito melhor do que ela agora é. Como o vinho: quanto mais velho, melhor.
Sem antepassado você é nada. Você até pode pensar que é grande coisa, que é o tal, o mais inteligente, o mais bonito, culto e corajoso. Mas você não começou com você. Você não é um fenômeno no acaso do tempo. Você é fruto. Você talvez se torne árvore. Mas nunca esqueça que você é fruto. E de quem você é fruto? Dos antepassados. É fruto dos que vieram antes de você. Somos a soma dos que vieram antes de nós, gerando moléculas e conexões, cultura e história que uniram-se para permitir nossa presença viva neste momento. Eu sou assim. E você também.
Você acha que é cerne. E a raiz, cadê?
Ninguém é uma ilha. E mesmo as ilhotas perdidas no mar, emergiram de uma terra, abaixo dos oceanos, e nem elas são ilhas, mas parte de um todo que as gerou.
Assim foi também com Dois Irmãos, terra de oportunidades para tantos que aqui só chegaram por que aqui era melhor do que o lugar onde estavam. Eu, inclusive.
Era urgente recuperar essa história perdida na ausência de narradores, que era o que se tinha até ser fundado, em 1983, o Jornal Dois Irmãos.
Até 1983 era a pré-história, a história não escrita, só narrada oralmente. E como a história oral se modifica de acordo com quem conta, já que quem conta um conto aumenta um ponto, se não fizéssemos agora essa recuperação escrita da história até aqui oral, ela em uma década (ou até menos) se perderia para sempre.
Esse especial de 50 anos que fizemos nem é jornal. É vinho. E tal qual o vinho ele ficará quando mais velho melhor. Então, humildemente agradeço a Deus por ter permitido a nossa equipe dar para esta cidade tão maravilhosa um resgate honesto e profundo do seu próprio ser. Como já disse certa vez, passa-se a vida sem saber a razão de se viver. Mas em momentos como esse, temos a noção exata de “para que” fomos mantidos aqui tanto tempo.
Se você não tem o seu exemplar, passe no Jornal Dois Irmãos e compre um. Compre e guarde, pois o tempo fará esse especial de 50 anos muito melhor do que ela agora é. Como o vinho: quanto mais velho, melhor.