Um dia o vereador Joracir Filipin disse que a administração deles iria transformar Dois Irmãos numa cidade como Gramado.
A idéia é atraente, porque vamos a Gramado jantar, namorar, passear e ver pessoas de poder aquisitivo, bons carros, com dinheiro, vestindo roupas elegantes e falando de forma educada e culta.
Quando o Filipin disse isso, fiquei satisfeito.
E a frase dele não me saiu da cabeça.
Somos um dos fundadores do Natal dos Anjos e nos inspiramos em Gramado. Junto com a Inês, Clari, Celestino e Dora, sempre íamos lá tirar ideias para o Natal dos Anjos.
Quando o vereador que lidera o partido que está na cadeira de prefeito disse isso, fiquei feliz. Era um alento. Uma esperança para quem deseja ver Dois Irmãos progredir.
Até porque, sendo Gramado fina e elegante, ela precisa de ruas limpas, calçadas arrumadas, comércio atuante, segurança reforçada e opções agradáveis para quem nela vive ou passeia. E fazer isso em Dois Irmãos tem apoio imediato deste jornal, que reserva-se, apenas, o direito de manter a cultura alemã que criou esta cidade.
Somos, portanto, divulgadores da idéia do Filipin. E é em nome disso que queremos dar uma dica ao Filipin. Ele precisa ir a Gramado com urgência e perguntar “qual” tipo de apartamentos eles estão incentivando que se construa em Gramado. Gramado não quer mais que se construa apartamento barato. Estão repensando quem eles desejam ter como morador ou proprietário na cidade.
Pelo que soube, novos prédios só serão autorizados se não tiverem metragem mínima que os coloque como “top” no preço de venda.
Gramado não quer pombal. Só aceitará construções que levem para lá pessoas com bom poder aquisitivo.
Parece racismo econômico. Mas não é.
Gramado sabe que para não ter mais problema social do que já têm, eles precisam peneirar os moradores, deixando que lá residam apenas os que não precisam dos serviços sociais da prefeitura.
Se bem entendi, Gramado vai abrir mão da miserável política de varejo na compra e venda do voto. E decidiram subir para um degrau onde quem vai morar lá só vá porque pode, pela suas próprias forças, chegar lá, e não porque o governo incentivou. E isso, pensam eles, vai fazer Gramado ser cada vez mais rica.
Não sei se entendi bem, e por isso recomendo que o Filipin vá lá para ver isso de perto. Afinal, se queremos ser como Gramado, conforme ele disse, temos de conhecer o que eles estão tentando fazer para melhorar.
A idéia é atraente, porque vamos a Gramado jantar, namorar, passear e ver pessoas de poder aquisitivo, bons carros, com dinheiro, vestindo roupas elegantes e falando de forma educada e culta.
Quando o Filipin disse isso, fiquei satisfeito.
E a frase dele não me saiu da cabeça.
Somos um dos fundadores do Natal dos Anjos e nos inspiramos em Gramado. Junto com a Inês, Clari, Celestino e Dora, sempre íamos lá tirar ideias para o Natal dos Anjos.
Quando o vereador que lidera o partido que está na cadeira de prefeito disse isso, fiquei feliz. Era um alento. Uma esperança para quem deseja ver Dois Irmãos progredir.
Até porque, sendo Gramado fina e elegante, ela precisa de ruas limpas, calçadas arrumadas, comércio atuante, segurança reforçada e opções agradáveis para quem nela vive ou passeia. E fazer isso em Dois Irmãos tem apoio imediato deste jornal, que reserva-se, apenas, o direito de manter a cultura alemã que criou esta cidade.
Somos, portanto, divulgadores da idéia do Filipin. E é em nome disso que queremos dar uma dica ao Filipin. Ele precisa ir a Gramado com urgência e perguntar “qual” tipo de apartamentos eles estão incentivando que se construa em Gramado. Gramado não quer mais que se construa apartamento barato. Estão repensando quem eles desejam ter como morador ou proprietário na cidade.
Pelo que soube, novos prédios só serão autorizados se não tiverem metragem mínima que os coloque como “top” no preço de venda.
Gramado não quer pombal. Só aceitará construções que levem para lá pessoas com bom poder aquisitivo.
Parece racismo econômico. Mas não é.
Gramado sabe que para não ter mais problema social do que já têm, eles precisam peneirar os moradores, deixando que lá residam apenas os que não precisam dos serviços sociais da prefeitura.
Se bem entendi, Gramado vai abrir mão da miserável política de varejo na compra e venda do voto. E decidiram subir para um degrau onde quem vai morar lá só vá porque pode, pela suas próprias forças, chegar lá, e não porque o governo incentivou. E isso, pensam eles, vai fazer Gramado ser cada vez mais rica.
Não sei se entendi bem, e por isso recomendo que o Filipin vá lá para ver isso de perto. Afinal, se queremos ser como Gramado, conforme ele disse, temos de conhecer o que eles estão tentando fazer para melhorar.