Alan Caldas
Essas tempestades são um reflexo de nós.
A humanidade causou isso.
Desmatamento. Gases lançados no ar. As cordilheiras de montanhas de lixo. A sujeira na água. O aquecimento do oceano atlântico, com suas causas variadas, tudo isso fomos nós, seres humanos, que demos causa.
Não eu ou você em especial. Mas todos.
E mesmo que estejamos na época da informação e saibamos tudo de quase tudo, sempre fazemos de conta que não vemos.
Viramos para o lado, como se não fosse conosco. Parecemos criança que faz coisa errada e disfarça na esperança de que nada ocorra.
Fazemos de conta que não jogamos lixo na rua, nos rios, praças, ar e mar. Fazemos de conta que o que fazemos não influencia na nossa vida e na de todos.
E isso não é de hoje. Como imigrantes, que é o que todo brasileiro é, fica essa irresponsabilidade com a geografia local.
Cada um de nós tem a noção (errada) de que “não é daqui”. Quando perguntam “de onde” são os Caldas, logo respondo: “da Espanha”. Temos essa impressão de ser “de fora”. Logo não nos compete cuidar e zelar, por tudo que ocorre aqui. Que burrice!
Essa sensação acomete a todos.
Os países ricos se dão o direito de gerar produções infindáveis com a desculpa de que, se desacelerarem, não venderão, não vendendo não terão dinheiro e assim não poderão mais comprar o que compram de nós. E aí (dizem eles) quem vai pagar a desaceleração seremos nós, os países pobres.
Quem está matando a possibilidade de vida no planeta não é o macaco, a zebra, o lobo, os peixes ou os insetos. É o homem.
Não há tipo de vida mais nocivo ao planeta que a humanidade. Comparando bem e mal, a humanidade faz o mal ao planeta. Polui. Destrói. Queima. Suja. Faz o diabo.
Parecemos ter ódio do planeta. Parecemos ser um câncer jogado sobre a Terra e que se prolifera, cresce e aumenta, e quanto mais prolifera, cresce e aumenta tantos mais desastre causa. Desastres ao solo, a água, ao ar, aos demais seres extintos pela ação humana.
Não gosto das idéias (gerais) de Charles Darwin, pois sou criacionista. Mas reconheço nele a mais pura verdade quando diz que “a natureza seleciona pelo ser e nós, humanos, selecionamos pelo prazer”.
Tudo para nós é prazer. Somos a única raça que defeca onde come. E o único tipo de vida que prolifera sem se preocupar com a sobrevivência do todo.
Mas nada nos chega ao coração. Continuamos massacrando o planeta e cavando nossa própria cova, que será rasa.
Essas tempestades são um reflexo de nós.
A humanidade causou isso.
Desmatamento. Gases lançados no ar. As cordilheiras de montanhas de lixo. A sujeira na água. O aquecimento do oceano atlântico, com suas causas variadas, tudo isso fomos nós, seres humanos, que demos causa.
Não eu ou você em especial. Mas todos.
E mesmo que estejamos na época da informação e saibamos tudo de quase tudo, sempre fazemos de conta que não vemos.
Viramos para o lado, como se não fosse conosco. Parecemos criança que faz coisa errada e disfarça na esperança de que nada ocorra.
Fazemos de conta que não jogamos lixo na rua, nos rios, praças, ar e mar. Fazemos de conta que o que fazemos não influencia na nossa vida e na de todos.
E isso não é de hoje. Como imigrantes, que é o que todo brasileiro é, fica essa irresponsabilidade com a geografia local.
Cada um de nós tem a noção (errada) de que “não é daqui”. Quando perguntam “de onde” são os Caldas, logo respondo: “da Espanha”. Temos essa impressão de ser “de fora”. Logo não nos compete cuidar e zelar, por tudo que ocorre aqui. Que burrice!
Essa sensação acomete a todos.
Os países ricos se dão o direito de gerar produções infindáveis com a desculpa de que, se desacelerarem, não venderão, não vendendo não terão dinheiro e assim não poderão mais comprar o que compram de nós. E aí (dizem eles) quem vai pagar a desaceleração seremos nós, os países pobres.
Quem está matando a possibilidade de vida no planeta não é o macaco, a zebra, o lobo, os peixes ou os insetos. É o homem.
Não há tipo de vida mais nocivo ao planeta que a humanidade. Comparando bem e mal, a humanidade faz o mal ao planeta. Polui. Destrói. Queima. Suja. Faz o diabo.
Parecemos ter ódio do planeta. Parecemos ser um câncer jogado sobre a Terra e que se prolifera, cresce e aumenta, e quanto mais prolifera, cresce e aumenta tantos mais desastre causa. Desastres ao solo, a água, ao ar, aos demais seres extintos pela ação humana.
Não gosto das idéias (gerais) de Charles Darwin, pois sou criacionista. Mas reconheço nele a mais pura verdade quando diz que “a natureza seleciona pelo ser e nós, humanos, selecionamos pelo prazer”.
Tudo para nós é prazer. Somos a única raça que defeca onde come. E o único tipo de vida que prolifera sem se preocupar com a sobrevivência do todo.
Mas nada nos chega ao coração. Continuamos massacrando o planeta e cavando nossa própria cova, que será rasa.