Antigamente se fumava em ônibus e até em avião. Depois, estabeleceram lugares para fumar, tendo em ônibus e aviões as “áreas de fumantes”. Bar, restaurante, até em hospital se fumava. E as propagandas incentivavam, mandando você fumar quando dirigia, quando caminhava, quando bebia, quando namorava.
Não havia maior faturamento de publicidade em jornal, rádio e tevê que o de cigarro.
Então o governo começou a se dar conta que mesmo o cigarro pagando mais de 95% em impostos, ainda assim ele “dava prejuízo”.
É que o governo gastava (e ainda gasta) para combater o malefício do cigarro, 1 real e meio para cada real que o cigarro paga em imposto. Foi assim que as empresas fumageiras foram banidas dos Estados Unidos e de todos os países da Europa, Canadá, Japão e outros locais ditos “civilizados”. E, saindo de lá, elas vieram produzir e vender aqui.
Se nos países ricos a propaganda era proibida, aqui ela era incentivada. E muitos jornais e especialmente tevês enfureceram quando a propaganda de cigarro foi proibida no Brasil.
“É um ataque a liberdade individual”, diziam, hipocritamente, os defensores dos anúncios, sem falar para o “respeitável público” que sem propaganda 1% dos fumantes iam anualmente deixar de fumar. É que muitos fumam para imitar os demais e “se igualar” ao que veem no mundo. São os tais com “deficiência de personalidade”.
Mas, por fim, o cigarro foi sendo banido da teve, rádio e jornais, e também dos aviões, ônibus, hospitais, recintos de instituições públicas (prefeitura, fórum, câmaras..). Chegou, agora, a todos os locais públicos, com a lei da governadora Yeda. E chegou tarde, porque dois anos atrás o presidente do Uruguai, que é médico oncologista e já deve ter perdido muito cliente para o câncer de pulmão, decretou com força de lei que não se fumava mais em lugar nenhum que fosse fechado no Uruguai. E, um ano atrás, a França, que tem os fumantes mais compulsivos da Europa, foi surpreendida pela mesma lei, e a está cumprindo ao pé da letra.
A lei, assinada ontem, 4 de novembro de 2009, pela governadora Yeda Crusius, proibindo o fumo, ainda prevê “lugar especial” para fumantes. A lei é falha, pois não determina uma multa, e sem penalidade não há execução de lei. Mesmo assim, a força moral do cartaz de “é proibido fumar”, fará toda a diferença, quando muitas caras e narizes retorcidos se mostrarem aos fumantes que arriscarem acender “o pito” em local fechado, de agora em diante.
Essa lei é o início, mas a perseguição aos fumantes será implacável.
Não havia maior faturamento de publicidade em jornal, rádio e tevê que o de cigarro.
Então o governo começou a se dar conta que mesmo o cigarro pagando mais de 95% em impostos, ainda assim ele “dava prejuízo”.
É que o governo gastava (e ainda gasta) para combater o malefício do cigarro, 1 real e meio para cada real que o cigarro paga em imposto. Foi assim que as empresas fumageiras foram banidas dos Estados Unidos e de todos os países da Europa, Canadá, Japão e outros locais ditos “civilizados”. E, saindo de lá, elas vieram produzir e vender aqui.
Se nos países ricos a propaganda era proibida, aqui ela era incentivada. E muitos jornais e especialmente tevês enfureceram quando a propaganda de cigarro foi proibida no Brasil.
“É um ataque a liberdade individual”, diziam, hipocritamente, os defensores dos anúncios, sem falar para o “respeitável público” que sem propaganda 1% dos fumantes iam anualmente deixar de fumar. É que muitos fumam para imitar os demais e “se igualar” ao que veem no mundo. São os tais com “deficiência de personalidade”.
Mas, por fim, o cigarro foi sendo banido da teve, rádio e jornais, e também dos aviões, ônibus, hospitais, recintos de instituições públicas (prefeitura, fórum, câmaras..). Chegou, agora, a todos os locais públicos, com a lei da governadora Yeda. E chegou tarde, porque dois anos atrás o presidente do Uruguai, que é médico oncologista e já deve ter perdido muito cliente para o câncer de pulmão, decretou com força de lei que não se fumava mais em lugar nenhum que fosse fechado no Uruguai. E, um ano atrás, a França, que tem os fumantes mais compulsivos da Europa, foi surpreendida pela mesma lei, e a está cumprindo ao pé da letra.
A lei, assinada ontem, 4 de novembro de 2009, pela governadora Yeda Crusius, proibindo o fumo, ainda prevê “lugar especial” para fumantes. A lei é falha, pois não determina uma multa, e sem penalidade não há execução de lei. Mesmo assim, a força moral do cartaz de “é proibido fumar”, fará toda a diferença, quando muitas caras e narizes retorcidos se mostrarem aos fumantes que arriscarem acender “o pito” em local fechado, de agora em diante.
Essa lei é o início, mas a perseguição aos fumantes será implacável.