Parece que o ano de 2010 vai ser o ano da redenção do Brasil.
Pelo menos é o que dizem todos que estão envolvidos em fazer mais.
Olhando o país, dá para dizer que realmente será um ano bom. E olhando Dois Irmãos também dá para dizer isso.
A impressão primeira deste 2010 é que vamos conseguir realizar bons negócios.
Que quem está pequeno vai crescer um pouco. E que quem está grande também vai crescer. Isso em termos financeiros e materiais, de conquistas de coisas que “usamos”.
A crise da qual se falava, continua rondando o mundo, mas nem de perto é o que era no início do ano passado.
E mais uma vez se pode dizer que as empresas que suportaram a marola, estão mais enxutas e irão continuar navegando no mercado de negócios. Se bem que isso nós estamos dizendo e ouvindo dizer desde 1983, não é mesmo? E, de lá para cá, crise sobre crise, pacotaço sobre pacotaço, todos vêm dizendo que “quem chegou até aqui” agora está pronto para continuar.
Este ano, diferente dos demais, isso é especialmente verdadeiro.
Olhe as fábricas de sapato: as que “sobraram” e que, sobrando, escaparam do trágico 2009, agora estão com pedidos e a produção começa (ufa!!!!) a rodar as esteiras mais ou menos a pleno.
Mais ou menos?
Exatamente. Mas, cá para nós, num mundo globalizado em que se compete com todos do mundo todo em tudo que se faz, “mais ou menos” já está para lá de bom, não é verdade?
No fundo, o que temos de manter é o nosso negócio, que é de onde tiramos o dinheiro para o pão das crianças, que é onde damos emprego (ou temos emprego) e que é onde geramos a riqueza que, se transformando em impostos, acabará se transformando em obras públicas (que, espera-se, sejam boas, e não demagógicas) que farão a tão esperada “felicidade geral”.
Mas de nada adianta conseguir trabalhar e ganhar dinheiro, se estivermos sempre azedos, sempre pessimistas, sempre de cara amarrada, sempre perdendo noites de sono e se não pudermos brincar com crianças, sorrir como elas e com elas, e nos relacionar com as pessoas de forma leve e agradável para sermos realmente feliz.
Você não acha isso também?
Pelo menos é o que dizem todos que estão envolvidos em fazer mais.
Olhando o país, dá para dizer que realmente será um ano bom. E olhando Dois Irmãos também dá para dizer isso.
A impressão primeira deste 2010 é que vamos conseguir realizar bons negócios.
Que quem está pequeno vai crescer um pouco. E que quem está grande também vai crescer. Isso em termos financeiros e materiais, de conquistas de coisas que “usamos”.
A crise da qual se falava, continua rondando o mundo, mas nem de perto é o que era no início do ano passado.
E mais uma vez se pode dizer que as empresas que suportaram a marola, estão mais enxutas e irão continuar navegando no mercado de negócios. Se bem que isso nós estamos dizendo e ouvindo dizer desde 1983, não é mesmo? E, de lá para cá, crise sobre crise, pacotaço sobre pacotaço, todos vêm dizendo que “quem chegou até aqui” agora está pronto para continuar.
Este ano, diferente dos demais, isso é especialmente verdadeiro.
Olhe as fábricas de sapato: as que “sobraram” e que, sobrando, escaparam do trágico 2009, agora estão com pedidos e a produção começa (ufa!!!!) a rodar as esteiras mais ou menos a pleno.
Mais ou menos?
Exatamente. Mas, cá para nós, num mundo globalizado em que se compete com todos do mundo todo em tudo que se faz, “mais ou menos” já está para lá de bom, não é verdade?
No fundo, o que temos de manter é o nosso negócio, que é de onde tiramos o dinheiro para o pão das crianças, que é onde damos emprego (ou temos emprego) e que é onde geramos a riqueza que, se transformando em impostos, acabará se transformando em obras públicas (que, espera-se, sejam boas, e não demagógicas) que farão a tão esperada “felicidade geral”.
Mas de nada adianta conseguir trabalhar e ganhar dinheiro, se estivermos sempre azedos, sempre pessimistas, sempre de cara amarrada, sempre perdendo noites de sono e se não pudermos brincar com crianças, sorrir como elas e com elas, e nos relacionar com as pessoas de forma leve e agradável para sermos realmente feliz.
Você não acha isso também?