Não é de graça que a população está cada vez mais fria, menos amorosa e mais cínica.
Isso tem uma causa, uma razão.
Se comparar crianças de hoje, jovens de hoje e até adultos de hoje com seus similares de décadas atrás, se perceberá que atualmente se mente com facilidade e dá-se em tudo e em todos dribles como se nada de errado houvesse em falsear a verdade aos pais, irmãos, tios, amigos ou mesmo colegas de trabalho.
De onde veio isso?
Existem muitas fontes onde se pode beber cinismo e de embriagar de falsidade e aculturar o “ser” na farsa.
Não é uma fonte única, são várias. Mas a mais “pura” dessas fontes de maledicências e inverdades tem sido a fonte onde permanecem mergulhados os políticos.
Desfaçatez, mentira, cinismo, falsidade, tudo que de malefício se encontra e que tanto mal faz ao “ser”, tem se tornado a marca-registrada dos políticos.
Nas pequenas comunidades, como Dois Irmãos, essa regra sofre uma exceção. É que em povoadinhos pequenos como o nosso todo mundo se conhece, e essa proximidade e o fato de saberem quem somos, quem é nosso pai, mãe, irmãos e filhos, onde trabalhamos, onde moramos, etc, faz com que nossos políticos “se respeitem”, tomem tenência e acabem, então, “nos respeitando”. A regra aqui tem sido a honestidade de princípios devido a essa “transparência” de cada um de nós para nós todos
Entretanto, também essa regra tem exceção. E mesmo numa cidade pequena há quem não esteja nem aí para sua história, seu passado, seus paralelos na família e trabalho, e acabe se tornando um político igual aos de fora daqui.
Foi o que se viu no episódio de terça, quando o Secretário Sérgio Fritzen e a diretora de Turismo Patrícia Weber “esqueceram” de mandar a bandinha para levar luteranos e evangélicos até os católicos.
Procurados pela redação deste jornal, Sérgio e Patrícia levianamente disfarçaram a verdade, colocando a culpa nos músicos (e tirando o deles da reta).
Acontece que jornal jamais acredita. E a redação foi atrás, para confirmar a “verdade” do secretário Sérgio e da diretora Patrícia, e encontrou uma rotunda falsidade.
A banda só foi contratada para ir até os católicos às 10h.
A banda não foi contratada para ir aos luteranos e evangélicos.
O Secretário e a Diretora de Turismo imputaram na banda o erro (ou seria maldade?) que era deles e não dos músicos.
O curioso é que ao Secretário e à Diretora de Turismo bastaria terem admitido o erro e pedido desculpas, mas optaram por imputar nos músicos e expondo-se, assim, ao julgamento público não por um esquecimento e sim por uma declaração falsa.
Isso tem uma causa, uma razão.
Se comparar crianças de hoje, jovens de hoje e até adultos de hoje com seus similares de décadas atrás, se perceberá que atualmente se mente com facilidade e dá-se em tudo e em todos dribles como se nada de errado houvesse em falsear a verdade aos pais, irmãos, tios, amigos ou mesmo colegas de trabalho.
De onde veio isso?
Existem muitas fontes onde se pode beber cinismo e de embriagar de falsidade e aculturar o “ser” na farsa.
Não é uma fonte única, são várias. Mas a mais “pura” dessas fontes de maledicências e inverdades tem sido a fonte onde permanecem mergulhados os políticos.
Desfaçatez, mentira, cinismo, falsidade, tudo que de malefício se encontra e que tanto mal faz ao “ser”, tem se tornado a marca-registrada dos políticos.
Nas pequenas comunidades, como Dois Irmãos, essa regra sofre uma exceção. É que em povoadinhos pequenos como o nosso todo mundo se conhece, e essa proximidade e o fato de saberem quem somos, quem é nosso pai, mãe, irmãos e filhos, onde trabalhamos, onde moramos, etc, faz com que nossos políticos “se respeitem”, tomem tenência e acabem, então, “nos respeitando”. A regra aqui tem sido a honestidade de princípios devido a essa “transparência” de cada um de nós para nós todos
Entretanto, também essa regra tem exceção. E mesmo numa cidade pequena há quem não esteja nem aí para sua história, seu passado, seus paralelos na família e trabalho, e acabe se tornando um político igual aos de fora daqui.
Foi o que se viu no episódio de terça, quando o Secretário Sérgio Fritzen e a diretora de Turismo Patrícia Weber “esqueceram” de mandar a bandinha para levar luteranos e evangélicos até os católicos.
Procurados pela redação deste jornal, Sérgio e Patrícia levianamente disfarçaram a verdade, colocando a culpa nos músicos (e tirando o deles da reta).
Acontece que jornal jamais acredita. E a redação foi atrás, para confirmar a “verdade” do secretário Sérgio e da diretora Patrícia, e encontrou uma rotunda falsidade.
A banda só foi contratada para ir até os católicos às 10h.
A banda não foi contratada para ir aos luteranos e evangélicos.
O Secretário e a Diretora de Turismo imputaram na banda o erro (ou seria maldade?) que era deles e não dos músicos.
O curioso é que ao Secretário e à Diretora de Turismo bastaria terem admitido o erro e pedido desculpas, mas optaram por imputar nos músicos e expondo-se, assim, ao julgamento público não por um esquecimento e sim por uma declaração falsa.