Não são muitas as empresas que chegam aos 50 anos, como a Herval, a Wirth, a Kuntzler e a Henrich.
Dois Irmãos tem nisso uma marca-registrada, pois quem abre sua empresa aqui quer vencer e faz de tudo para que siga em frente.
Se olharmos nos municípios vizinhos, veremos poucas empresas com tanta longevidade.
Certa vez, analisando as empresas calçadistas que haviam criado a Abicalçados, junto com o seu Ricardo Wirth descobrimos que a vida média das indústrias de sapato é de 8 anos. E naquele dia chegamos à triste conclusão de que a maioria das empresas fundadoras da Abicalçados já havia fechado as portas.
É com ufanismo que se analisa o aniversário do Grupo Herval, que ontem completou 50 anos, realizando missa e soltando fogos, iluminando o céu da cidade que a Herval vem iluminando a 50 anos com tanta competência.
Uma cidade precisa de muitas empresas pequenas. Mas é nas gigantes, como Herval, Wirth, Kuntzler, Henrich, Pegada, Centropé e outras que a economia se baliza.
Não é só por dar empregos que geram a renda que move o comércio, assina o Jornal Dois Irmãos e faz a vida mais bela. É mais.
É a própria manutenção do Poder Público, pois mais de 50% do que a prefeitura de Dois Irmãos arrecada vem dos impostos pagos pela Herval perante o fisco estadual e nacional.
Por trás de uma empresa tem seu fundador.
E assim como na Wirth tem o seu Arlindo, na Henrich o saudoso Cyrillo e na Kuntzler o seu Herberto, no início da Herval era o seu Felippe Seger Sobrinho. Haviam outros ao redor dele, mas ele se tornou publicamente o fundador. Era um homem bom e comunitário, parceiro de tudo, e se bem lembro ele adorava filar cigarro dos amigos, pois essa era a forma dele quebrar o gelo antes de uma boa conversa.
Seu Felippe foi político, além de empresário, e sempre tinha um tempinho para falar com funcionários e clientes.
Foi nesse humanismo que seus filhos beberam a água da vida. Mesmo hoje, se você chega lá sempre terá a atenção do Agnelo, que não se tornou pedante pelo que tem e ainda é o mesmo Agnelo, inteligente e ativo, porém simples, de quando a Herval era apenas uma pequena madeireira e não o império que é hoje.
As famílias Seger, Grings e Lauxen, e todos os colaboradores, fazem Dois Irmãos referência nacional. E é com satisfação que o Jornal Dois Irmãos pode dizer, de forma humilde e carinhosa, que tem narrado por 26 anos o crescimento da Herval, que comemora 5 décadas de sucesso.
Valeu seu Felippe. Valeu!
Parabéns! Parabéns! Parabéns!
Dois Irmãos tem nisso uma marca-registrada, pois quem abre sua empresa aqui quer vencer e faz de tudo para que siga em frente.
Se olharmos nos municípios vizinhos, veremos poucas empresas com tanta longevidade.
Certa vez, analisando as empresas calçadistas que haviam criado a Abicalçados, junto com o seu Ricardo Wirth descobrimos que a vida média das indústrias de sapato é de 8 anos. E naquele dia chegamos à triste conclusão de que a maioria das empresas fundadoras da Abicalçados já havia fechado as portas.
É com ufanismo que se analisa o aniversário do Grupo Herval, que ontem completou 50 anos, realizando missa e soltando fogos, iluminando o céu da cidade que a Herval vem iluminando a 50 anos com tanta competência.
Uma cidade precisa de muitas empresas pequenas. Mas é nas gigantes, como Herval, Wirth, Kuntzler, Henrich, Pegada, Centropé e outras que a economia se baliza.
Não é só por dar empregos que geram a renda que move o comércio, assina o Jornal Dois Irmãos e faz a vida mais bela. É mais.
É a própria manutenção do Poder Público, pois mais de 50% do que a prefeitura de Dois Irmãos arrecada vem dos impostos pagos pela Herval perante o fisco estadual e nacional.
Por trás de uma empresa tem seu fundador.
E assim como na Wirth tem o seu Arlindo, na Henrich o saudoso Cyrillo e na Kuntzler o seu Herberto, no início da Herval era o seu Felippe Seger Sobrinho. Haviam outros ao redor dele, mas ele se tornou publicamente o fundador. Era um homem bom e comunitário, parceiro de tudo, e se bem lembro ele adorava filar cigarro dos amigos, pois essa era a forma dele quebrar o gelo antes de uma boa conversa.
Seu Felippe foi político, além de empresário, e sempre tinha um tempinho para falar com funcionários e clientes.
Foi nesse humanismo que seus filhos beberam a água da vida. Mesmo hoje, se você chega lá sempre terá a atenção do Agnelo, que não se tornou pedante pelo que tem e ainda é o mesmo Agnelo, inteligente e ativo, porém simples, de quando a Herval era apenas uma pequena madeireira e não o império que é hoje.
As famílias Seger, Grings e Lauxen, e todos os colaboradores, fazem Dois Irmãos referência nacional. E é com satisfação que o Jornal Dois Irmãos pode dizer, de forma humilde e carinhosa, que tem narrado por 26 anos o crescimento da Herval, que comemora 5 décadas de sucesso.
Valeu seu Felippe. Valeu!
Parabéns! Parabéns! Parabéns!