O secretário Sérgio Fritzen esqueceu da bandinha para acompanhar fiéis luteranos e evangélicos até a Sociedade Santa Cecília, a fim de encontrar ali os católicos, é uma tragédia com várias faces. A mais grave delas é a que levou luteranos e evangélicos a se sentirem excluídos pela ação de um “ex-padre”, como nos disse, ontem, extremamente irritada, uma senhora luterana.
Ou seja: Freud explica! O esquecimento do secretário Sérgio seria “ato falho” de um ex-integrante do clero católico que estaria punindo evangélicos pelo Cisma causado pelo doutor Martinho Lutero.
Sempre o que chamava a atenção no Kerb de São Miguel era a união entre luteranos, evangélicos e católicos. Hoje vivemos ecumenismo. Mas 40 anos atrás, a moça evangélica que dançava com o rapaz católico no baile chegava em casa e entrava no laço.
A briga entre evangélicos e católicos era ferrenha, e teria iniciado quando chegaram aqui, com ares de fundamentalistas, uns padres jesuítas que aprofundaram o Cisma, defendendo a histórica separação entre católicos e evangélicos.
Ver o espetáculo de alegria, a bandinha levando antigos inimigos a dançar, sorrir e brincar era sempre uma “grande foto”. E é raro um Jornal Dois Irmãos que não tenha, no Kerb, uma foto dessa “união com bandinha”.
Este ano, o (ex-padre) Sérgio encerrou essa história alegre. E querendo ou não, mandou os evangélicos e luteranos caminhar em silêncio.
Pode não ser punição.
Mas que parece, parece.
O pior desse “esquecimento” do Sérgio Fritzen é que a única coisa que sobrevive de “histórico” no Kerb é essa caminhada.
Tudo mais que “era” no Kerb já não é. E a resistência, o último ferrolho do portão antes da loucura geral era a fé expressa pelas três Igrejas, representadas nessa caminhada pequena em distância mas imensa em significado.
Sem a bandinha, não ocorreu o espiritualmente salutar encontro de bispo, padres, pastores e reverendos em frente a Santa Cecília.
Político precisa criar divisão e arrumar encrenca. Conseguiram.
Mata-se, com esse “esquecimento”, a fé, o último bastião ainda de pé do (até este ano) histórico Kerb de São Miguel.
Se não revisarem esse erro ignóbil (ou seria “energúmeno”?), só vai se dizer no Kerb “prosit”, e não mais amém.
Ou seja: Freud explica! O esquecimento do secretário Sérgio seria “ato falho” de um ex-integrante do clero católico que estaria punindo evangélicos pelo Cisma causado pelo doutor Martinho Lutero.
Sempre o que chamava a atenção no Kerb de São Miguel era a união entre luteranos, evangélicos e católicos. Hoje vivemos ecumenismo. Mas 40 anos atrás, a moça evangélica que dançava com o rapaz católico no baile chegava em casa e entrava no laço.
A briga entre evangélicos e católicos era ferrenha, e teria iniciado quando chegaram aqui, com ares de fundamentalistas, uns padres jesuítas que aprofundaram o Cisma, defendendo a histórica separação entre católicos e evangélicos.
Ver o espetáculo de alegria, a bandinha levando antigos inimigos a dançar, sorrir e brincar era sempre uma “grande foto”. E é raro um Jornal Dois Irmãos que não tenha, no Kerb, uma foto dessa “união com bandinha”.
Este ano, o (ex-padre) Sérgio encerrou essa história alegre. E querendo ou não, mandou os evangélicos e luteranos caminhar em silêncio.
Pode não ser punição.
Mas que parece, parece.
O pior desse “esquecimento” do Sérgio Fritzen é que a única coisa que sobrevive de “histórico” no Kerb é essa caminhada.
Tudo mais que “era” no Kerb já não é. E a resistência, o último ferrolho do portão antes da loucura geral era a fé expressa pelas três Igrejas, representadas nessa caminhada pequena em distância mas imensa em significado.
Sem a bandinha, não ocorreu o espiritualmente salutar encontro de bispo, padres, pastores e reverendos em frente a Santa Cecília.
Político precisa criar divisão e arrumar encrenca. Conseguiram.
Mata-se, com esse “esquecimento”, a fé, o último bastião ainda de pé do (até este ano) histórico Kerb de São Miguel.
Se não revisarem esse erro ignóbil (ou seria “energúmeno”?), só vai se dizer no Kerb “prosit”, e não mais amém.