Em 1992 ocorreu no Rio de Janeiro a Eco 92, um encontro sobre a sobrevivência do planeta Terra aos abusos que nós, humanos, lhe causamos. Debateu-se ali, com líderes do mundo todo, a possibilidade de se diminuir a poluição, em especial o lançamento de C02 na atmosfera. Falou em reduzir o índice (já então acelerado) de aquecimento global. Entrou na discussão o superpovoamento do planeta. Debateu-se profundamente a questão da água, com o oceanógrafo Jacques Costeau alertando que a água potável do planeta era de apenas 2% e que a metade disso já estava poluída. Muito se conversou na Eco 92 sobre a troca do uso de combustível natural (petróleo) para outro, menos poluente. E muitas outras situações estratégicas que levariam o planeta Terra a ter "mais um tempo" de vida útil.
Tudo isso foi, posteriormente, redebatido e conversado em Kyoto, de onde sairia um Protocolo, uma carta de intenções assinadas por dezenas de Presidentes de República se comprometendo a dar uma chance à vida.
De lá para cá, contudo, na prática nada foi feito de "global" para salvar o planeta e, por consequência, a vida que nele habita, entre esta nós, humanos.
Agora em dezembro novamente representantes de todos os países se reunirão em Copenhague, na Dinamarca, para voltar a debater se vamos ou não "morrer com o planeta". E as perspectivas são péssimas.
Todos que têm alguma informação sabem que a Terra não vai aguentar o rítmo de produção que nós, humanos, estamos lhe impondo. Pode parecer estranho, mas está se provando que atualmente nós, humanos, produzimos 12% a mais do que o planeta consegue reciclar. E vem daí a perspectiva catastrófica: para eliminar, digamos, o aquecimento global e evitar as calamidades que dele (já) estão advindo, teremos de produzir 12% menos do que produzimos.
E aí entra a questão: "quem" vai produzir menos?
Os países em desenvolvimento, como o Brasil, usam um discurso demagógico dizendo que nós, os pobres, não vamos pagar essa conta.
Os países ricos, como os da Europa, Japão e especialmente Estados Unidos, afirmam que se eles desacelerarem, nós, os pobres, é que vamos pagar a conta.
E fica o dito por não dito.
De qualquer forma, Dois Irmãos tem de entrar nessa discussão, nesse debate, nessa consciência de que nós, dois-irmonenses, também estamos no planeta e somos, de igual forma, parte interessada em que a vida continue.
Muitos não compreendem que o que se debate nesse aquecimento global é a possibilidade de se continuar vivendo na Terra. E como não temos outro planeta "vizinho" para nos mudar, ou consertamos este ou nos desgraçamos.
É com este intuito que o Jornal Dois Irmãos vai apresentar ao Prefeito, ao Presidente da Câmara, à CDL e às indústrias, a proposta de debatermos, ainda em novembro, nossa participação nesse evento de dezembro, onde se discutirá a sobrevivência do planeta e da espécie humana. E os leitores desde já estão convidados a se manifestarem, opinando e sugerindo ações que permitam que a Terra, no lar comum, possa ser por muitas gerações o lar da vida humana e de todas as vidas que aqui vivem.
Tudo isso foi, posteriormente, redebatido e conversado em Kyoto, de onde sairia um Protocolo, uma carta de intenções assinadas por dezenas de Presidentes de República se comprometendo a dar uma chance à vida.
De lá para cá, contudo, na prática nada foi feito de "global" para salvar o planeta e, por consequência, a vida que nele habita, entre esta nós, humanos.
Agora em dezembro novamente representantes de todos os países se reunirão em Copenhague, na Dinamarca, para voltar a debater se vamos ou não "morrer com o planeta". E as perspectivas são péssimas.
Todos que têm alguma informação sabem que a Terra não vai aguentar o rítmo de produção que nós, humanos, estamos lhe impondo. Pode parecer estranho, mas está se provando que atualmente nós, humanos, produzimos 12% a mais do que o planeta consegue reciclar. E vem daí a perspectiva catastrófica: para eliminar, digamos, o aquecimento global e evitar as calamidades que dele (já) estão advindo, teremos de produzir 12% menos do que produzimos.
E aí entra a questão: "quem" vai produzir menos?
Os países em desenvolvimento, como o Brasil, usam um discurso demagógico dizendo que nós, os pobres, não vamos pagar essa conta.
Os países ricos, como os da Europa, Japão e especialmente Estados Unidos, afirmam que se eles desacelerarem, nós, os pobres, é que vamos pagar a conta.
E fica o dito por não dito.
De qualquer forma, Dois Irmãos tem de entrar nessa discussão, nesse debate, nessa consciência de que nós, dois-irmonenses, também estamos no planeta e somos, de igual forma, parte interessada em que a vida continue.
Muitos não compreendem que o que se debate nesse aquecimento global é a possibilidade de se continuar vivendo na Terra. E como não temos outro planeta "vizinho" para nos mudar, ou consertamos este ou nos desgraçamos.
É com este intuito que o Jornal Dois Irmãos vai apresentar ao Prefeito, ao Presidente da Câmara, à CDL e às indústrias, a proposta de debatermos, ainda em novembro, nossa participação nesse evento de dezembro, onde se discutirá a sobrevivência do planeta e da espécie humana. E os leitores desde já estão convidados a se manifestarem, opinando e sugerindo ações que permitam que a Terra, no lar comum, possa ser por muitas gerações o lar da vida humana e de todas as vidas que aqui vivem.