quarta-feira, 8 de julho de 2009

Coisas que aprendi na vida*

Aos 5 anos aprendi que peixinhos dourados não gostam de gelatina.
Aos 6 anos aprendi que não dá para esconder brócolis no copo de leite.
Aos 8 anos aprendi que meu pai pode dizer um monte de palavras que eu não posso.
Aos 9 anos descobri que minha professora só me chama quando não sei a resposta.
Aos 11 anos descobri que meus melhores amigos são sempre os que me metem em confusão.
Aos 12 anos aprendi que se tenho problemas na escola, tenho mais ainda em casa.
Aos 13 anos aprendi que justo quando meu quarto fica exatamente do jeito que eu quero é que minha mãe me manda arrumá-lo.
Aos 14 anos aprendi que não se pode descarregar frustrações no irmão menor, porque meu pai tem frustrações ainda maiores. E mão mais pesada.
Aos 25 anos aprendi que nunca devo elogiar a comida da minha mãe quando estou comendo algo que minha mulher preparou.
Aos 29 anos descobri que é possível fazer em 15 minutos coisas que vão me dar dor de cabeça a vida toda.
Aos 35 anos aprendi que quando eu e minha mulher finalmente temos uma noite sem as crianças, passamos a noite toda só falando nelas.
Aos 37 anos aprendi que casais que não têm filhos sabem melhor como educar os seus.
Aos 40 anos aprendi que é mais fácil fazer amigos do que se livrar deles.
Aos 42 anos aprendi que mulheres gostam de ganhar flores, especialmente sem motivo algum.
Aos 43 anos aprendi que não cometo muitos erros com a boca fechada.
Aos 44 anos aprendi que existem duas coisas essenciais para um casamento feliz: contas bancárias e banheiros separados.
Aos 46 anos aprendi que se descobre realmente se a pessoa nos ama quando sobram dois bolinhos no prato e a companheira pega o menor.
Aos 47 anos aprendi que nunca se conhece bem os amigos, até que se tire férias com eles.
Aos 48 anos aprendi que casar por dinheiro é a maneira mais difícil de consegui-lo.
Aos 51 anos aprendi que avós e crianças são aliados naturais.
Aos 52 anos aprendi que o objeto mais importante em meu escritório é a lata de lixo.
Aos 54 anos aprendi que é bacana curtir o sucesso, mas não se deve acreditar muito nele.
Aos 63 anos aprendi que não posso mudar o passado, mas posso deixar ele para lá.
Aos 67 anos aprendi que quem espera se aposentar para começar a viver, esperou tempo demais.
Aos 72 anos aprendi que quando as coisas vão mal eu não tenho de ir com elas.
Aos 88 anos aprendi que amei menos do que deveria.
Aos 90 anos estou aprendendo que tenho muito que aprender.

* * *
(*) Mensagem recebida via internet de alguém que aprendeu muito vivendo. Repasso aos leitores como uma grande lição para todos nós.