No filme Mosconautas, o vovô MacFly conta esta piada:
A mulher entra na sala e o marido está com um grande mata-moscas. Ela pergunta se ele pegou alguma mosca e ele responde:
- Peguei duas fêmeas e três machos.
- Mas como sabe que duas são fêmeas?
- É que as duas estavam no telefone...
Essa piada parece ingênua, mas ela explica de forma maravilhosa uma parte poderosa do funcionamento do cérebro feminino.
Para a mulher, fazer conexões através de bate-papo é algo que ativa os centros de prazer do seu cérebro.
Para a mulher, compartilhar confidências e segredos, em questões de romance ou sexualidade é algo que lhe acende os centros de prazer existentes no cérebro.
E isso não é um pequeno prazer para a mulher. Conversar com outras mulheres sobre um romance maravilhoso que está tendo ou que pretende ter, para a mulher é um prazer enorme.
Há pesquisadores que dizem que quando a mulher mantém um diálogo sobre romance ou sexualidade, ela tem uma carga tal de hormônios do prazer disparados pelo cérebro na corrente sanguínea que tal conversa é igual (ou vezes até melhor) que um orgasmo.
Homens desde cedo percebem que mulheres parecem estar sempre coladas umas nas outras, sempre contando segredinho, sempre fazendo um cochichinho.
Todo menino descobre bem cedo o que confirmará quando for rapaz, jovem ou adulto: a mulher tem necessidade de intimidade.
A mulher parece ter uma química que a leva à necessidade imediata (e às vezes quase furiosa) de se conectar, de conversar e ter intimidade com alguém em quem ela confia plenamente.
Homem pode passar a vida em silêncio. Uma mulher em tais condições provavelmente morra.
Se a nós homens o silêncio faz maiores, na mulher só a ligação social íntima traz grande sensação de bem-estar e prazer.
Quem de nós, homens, não entender isso, acabará envelhecendo sozinho.
Então. . . te vira!