Quem gosta de ler biografia e estudar a vida de homens e mulheres que se tornaram gigantes na história, logo aprende esta verdade:
- Para ser grande é preciso ser pequeno.
Essa é a maior aula da vida.
Não adianta querer “ser grande” sendo grande.
Para ser tornar “o tal”, é preciso “ser ninguém” aos olhos do mundo.
E a razão de precisar ser pequeno para ser grande é esta:
- Não fazer sombra a si mesmo!
Os que hoje reconhecemos como “os tais”, seja na arte, na ciência, na política, nas armas ou em qualquer área que seja, assim se tornaram praticamente sendo ninguém, pisando leve, disfarçando sua grandiosidade.
Em síntese:
- Se fazendo de ninguém!
Não é que nada fossem. Eram tudo que hoje acabamos reconhecendo que eram.
Apenas se faziam “de nada”. Assim fazendo, não despertavam a ira dos que realmente são nada. Então sobreviveram.
Se tivessem se mostrado de pronto, de imediato, contra eles se revoltariam os que nada eram (e por nada ser tudo fariam para que ninguém fosse) e teriam destruído eles antes deles se tornarem “os tais”, os “grandes” tal qual os vemos hoje.
A arte da vida é o disfarce.
Políticos disfarçam.
Cientistas disfarçam!
Artistas disfarçam!
Pais e mães disfarçam!
Para ser grande na vida tem de ser como o mágico Houdini:
- Mestre na arte de “se esconder”.
O que se aprende vivendo, é que nós, humanos, detestamos saber que o outro sabe e pode mais do que nós sabemos e podemos. E só quem se safa da inveja alheia tem a chance de ser ele mesmo.
- Para ser grande é preciso ser pequeno.
Essa é a maior aula da vida.
Não adianta querer “ser grande” sendo grande.
Para ser tornar “o tal”, é preciso “ser ninguém” aos olhos do mundo.
E a razão de precisar ser pequeno para ser grande é esta:
- Não fazer sombra a si mesmo!
Os que hoje reconhecemos como “os tais”, seja na arte, na ciência, na política, nas armas ou em qualquer área que seja, assim se tornaram praticamente sendo ninguém, pisando leve, disfarçando sua grandiosidade.
Em síntese:
- Se fazendo de ninguém!
Não é que nada fossem. Eram tudo que hoje acabamos reconhecendo que eram.
Apenas se faziam “de nada”. Assim fazendo, não despertavam a ira dos que realmente são nada. Então sobreviveram.
Se tivessem se mostrado de pronto, de imediato, contra eles se revoltariam os que nada eram (e por nada ser tudo fariam para que ninguém fosse) e teriam destruído eles antes deles se tornarem “os tais”, os “grandes” tal qual os vemos hoje.
A arte da vida é o disfarce.
Políticos disfarçam.
Cientistas disfarçam!
Artistas disfarçam!
Pais e mães disfarçam!
Para ser grande na vida tem de ser como o mágico Houdini:
- Mestre na arte de “se esconder”.
O que se aprende vivendo, é que nós, humanos, detestamos saber que o outro sabe e pode mais do que nós sabemos e podemos. E só quem se safa da inveja alheia tem a chance de ser ele mesmo.