Sexualidade é um tema que sempre volta à crônica e há quem goste e quem se escandalize.
A razão é óbvia: viemos ao mundo por ato sexual. Mas para nós, cristãos, o Salvador teria nascido não de relação sexual, e sim de ato divino.
Me pergunto sempre se teria o amor e respeito que tenho pelo Cristo se soubesse que ele teria nascido como eu. E a resposta é “não sei”.
Então há esse clima luminoso e sombrio sobre a questão sexual, já que para ser “grande” seria preciso ter nascido não pelas vias de cópula, como nós, e sim por ato divino de Deus, como o Cristo.
E isso nos faz mais seguro da divindade do Cristo. É que crendo no milagre da concepção divina Dele, temos certeza de que sua essência é intrinsecamente boa, como convém a um Deus.
Assim é que não há nada mais importante e assustador para o ser humano que sexo.
Se dele viemos e somos como somos e se dele “não veio” aquele que bilhões de nós crêem seja o Salvador, então o sexo se torna tão lindo e desejável quanto assustador.
E nesse terreno de luz e sombra saíram aqui opiniões sobre sexo. E as duas crônicas fixaram-se na mente de quem as leu porque estamos numa revolução sexual que ainda não compreendemos.
A nossa geração foi pega de surpresa.
Nosso pai era sexualmente careta, nosso avô, nosso bisavô, tataravô etc, todos eram caretas. E nós nos obrigamos a ser modernos sexualmente, e não é fácil.
Depois de nossos pais, a cultura nos deu uma rasteira. Veio a “modernidade” e com ela o anticoncepcional. Nasceu (que ironia!) a revolução de costumes, a mulher “se libertou” (eu não creio nisso, acho que ela virou foi escrava). Disso veio jornais, tevês e revistas transformando mulheres normais, que comem, bebem e dormem, em ícones sexuais. Veio a música e um erotismo nunca visto. Veio a moda favorecendo o corpo feminino. Veio o padrão de beleza, primeiro feminino depois masculino, e homens passaram a ter vaidades antes restritas às mulheres. Hoje, vendo-se namorados na rua (se forem de sexo oposto, bem entendido), não se sabe quem está mais maquiado, se ele ou ela. E tudo isso se transforma em sexualidade.
Uma sexualidade que nos fez tão mais feliz quanto tristes, e que precisa ser mais debatida e reconhecida, porque por mais que estejamos como imersos nisso, continuamos a não entender “bem” o que está ocorrendo conosco.
A razão é óbvia: viemos ao mundo por ato sexual. Mas para nós, cristãos, o Salvador teria nascido não de relação sexual, e sim de ato divino.
Me pergunto sempre se teria o amor e respeito que tenho pelo Cristo se soubesse que ele teria nascido como eu. E a resposta é “não sei”.
Então há esse clima luminoso e sombrio sobre a questão sexual, já que para ser “grande” seria preciso ter nascido não pelas vias de cópula, como nós, e sim por ato divino de Deus, como o Cristo.
E isso nos faz mais seguro da divindade do Cristo. É que crendo no milagre da concepção divina Dele, temos certeza de que sua essência é intrinsecamente boa, como convém a um Deus.
Assim é que não há nada mais importante e assustador para o ser humano que sexo.
Se dele viemos e somos como somos e se dele “não veio” aquele que bilhões de nós crêem seja o Salvador, então o sexo se torna tão lindo e desejável quanto assustador.
E nesse terreno de luz e sombra saíram aqui opiniões sobre sexo. E as duas crônicas fixaram-se na mente de quem as leu porque estamos numa revolução sexual que ainda não compreendemos.
A nossa geração foi pega de surpresa.
Nosso pai era sexualmente careta, nosso avô, nosso bisavô, tataravô etc, todos eram caretas. E nós nos obrigamos a ser modernos sexualmente, e não é fácil.
Depois de nossos pais, a cultura nos deu uma rasteira. Veio a “modernidade” e com ela o anticoncepcional. Nasceu (que ironia!) a revolução de costumes, a mulher “se libertou” (eu não creio nisso, acho que ela virou foi escrava). Disso veio jornais, tevês e revistas transformando mulheres normais, que comem, bebem e dormem, em ícones sexuais. Veio a música e um erotismo nunca visto. Veio a moda favorecendo o corpo feminino. Veio o padrão de beleza, primeiro feminino depois masculino, e homens passaram a ter vaidades antes restritas às mulheres. Hoje, vendo-se namorados na rua (se forem de sexo oposto, bem entendido), não se sabe quem está mais maquiado, se ele ou ela. E tudo isso se transforma em sexualidade.
Uma sexualidade que nos fez tão mais feliz quanto tristes, e que precisa ser mais debatida e reconhecida, porque por mais que estejamos como imersos nisso, continuamos a não entender “bem” o que está ocorrendo conosco.