Se Deus soubesse o quanto é difícil viver diante do Cristo, não sei se ele não mudaria um pouco as exigências.
É que somos uma raça que vive na mentira, e a verdade nos apavora. Mas diante do Cristo não há como viver na mentira. Diante do Cristo, somos um livro aberto, não tem dissimulação possível. E Ele conhece o nosso coração, portanto conhece nossa mente, a parte mais profunda de nós o Cristo conhece.
Somos transparentes para Ele.
E essa é a enorme dificuldade de viver ou de chegar até à palavra do Cristo.
Alguns de nós chegam quase lá, mas nunca se aproximam tanto. Ficam por ali, meio que rondando o Cristo, admirando-o meio que de longe, nunca chegando suficientemente perto para conhecê-lo e portanto nunca chegando suficientemente perto para ser conhecido por Ele.
Somos um livro aberto diante de um Cristo. Sua luminosidade lança um volume tal de transparência sobre nós, que nada fica às escuras em nosso ser. E essa é a dificuldade que a palavra do Cristo encontra na humanidade. Diante Dele nós homens nos conhecemos. Diante Dele a verdade do que somos se apresenta para nós. E temos então de viver como somos, abertamente, sendo nós mesmos. E isso nos dá um medo terrível.
Por isso não me parece que queiramos a verdade. Fingimos procurar numa religião uma certa felicidade, mas não procuramos nela a verdade. Se a verdade existe, não queremos saber. Tememos que diante da verdade nossas verdades todas sejam conhecidas, e nós então reconhecidos.
A verdade nem sempre nos interessa. Nem sempre nos diz respeito. A maioria de nós vai à Igreja procurando ser feliz. Mas a felicidade é apenas um subproduto da verdade. Quem procura a felicidade não a encontra. Talvez a encontremos se procurarmos a verdade. Mas a verdade, o Cristo, é tenebrosamente assustador. Não suportamos ver que o outro nos vê realmente como somos. Então fingimos buscar no Cristo a felicidade, para não encararmos a verdade. E é por isso, talvez, que fizemos da religião um clube de finais de semana, de domingo pela manhã ou de noite, apenas. É duro encarar a verdade de nós mesmos, pensamos, é melhor fingir que estamos buscando a felicidade. Mas a felicidade só pode ser acessada com a verdade. Se encontrássemos a verdade encontraríamos a felicidade permanente, talvez. Mas não queremos a verdade. Então fingimos buscar a felicidade, e assim logo após momentos de pequenos reflexos de felicidade, retornamos a miséria da existência infeliz.
É que somos uma raça que vive na mentira, e a verdade nos apavora. Mas diante do Cristo não há como viver na mentira. Diante do Cristo, somos um livro aberto, não tem dissimulação possível. E Ele conhece o nosso coração, portanto conhece nossa mente, a parte mais profunda de nós o Cristo conhece.
Somos transparentes para Ele.
E essa é a enorme dificuldade de viver ou de chegar até à palavra do Cristo.
Alguns de nós chegam quase lá, mas nunca se aproximam tanto. Ficam por ali, meio que rondando o Cristo, admirando-o meio que de longe, nunca chegando suficientemente perto para conhecê-lo e portanto nunca chegando suficientemente perto para ser conhecido por Ele.
Somos um livro aberto diante de um Cristo. Sua luminosidade lança um volume tal de transparência sobre nós, que nada fica às escuras em nosso ser. E essa é a dificuldade que a palavra do Cristo encontra na humanidade. Diante Dele nós homens nos conhecemos. Diante Dele a verdade do que somos se apresenta para nós. E temos então de viver como somos, abertamente, sendo nós mesmos. E isso nos dá um medo terrível.
Por isso não me parece que queiramos a verdade. Fingimos procurar numa religião uma certa felicidade, mas não procuramos nela a verdade. Se a verdade existe, não queremos saber. Tememos que diante da verdade nossas verdades todas sejam conhecidas, e nós então reconhecidos.
A verdade nem sempre nos interessa. Nem sempre nos diz respeito. A maioria de nós vai à Igreja procurando ser feliz. Mas a felicidade é apenas um subproduto da verdade. Quem procura a felicidade não a encontra. Talvez a encontremos se procurarmos a verdade. Mas a verdade, o Cristo, é tenebrosamente assustador. Não suportamos ver que o outro nos vê realmente como somos. Então fingimos buscar no Cristo a felicidade, para não encararmos a verdade. E é por isso, talvez, que fizemos da religião um clube de finais de semana, de domingo pela manhã ou de noite, apenas. É duro encarar a verdade de nós mesmos, pensamos, é melhor fingir que estamos buscando a felicidade. Mas a felicidade só pode ser acessada com a verdade. Se encontrássemos a verdade encontraríamos a felicidade permanente, talvez. Mas não queremos a verdade. Então fingimos buscar a felicidade, e assim logo após momentos de pequenos reflexos de felicidade, retornamos a miséria da existência infeliz.