Existiu um homem chamado Agostinho, que nasceu em Tagaste, no norte da África, no ano 354. Esse homem era um intelectual típico, um grande questionador, e tendo estudado retórica, acabou se tornando um dos mais profundos polemistas de sua época.
Ele praticamente embebedou-se na obra de Platão, estudou leis, tornando-se doutor em várias correntes de pensamento.
Bom vivant que era, não perdia a chance de ter uma mulher em seus braços, e com uma delas chegou a ter um filho.
Vivia em debates, em meio a políticos, normalmente ironizando-os.
Sua força retórica e seu conhecimento de filosofia, arte, ciência e leis era tanta, que não encontrando respostas para suas dúvidas, rindo dos padres, foi buscar conhecimento espiritual nas seitas, incorporando-se à dos Maniqueus, os chamados “maniqueístas”.
Beberrão, boêmio, frequentador assíduo de bordéis, sua petulância era imensa, sua arrogância sem fim e sua vaidade oceânica.
Ninguém lhe fazia frente no debate, na razão lógica, no pensar “claramente”.
Ocorre que como todo homem que vive muito intensamente, a um certo tempo tudo parece esboroar-se, desmaterializar-se, e o sexo já não sacia a carne, a água já não mata a sede e nem toda a felicidade manda embora a angústia de ser infeliz.
Foi nessa quadra da vida, quando tinha já 33 anos vivido de forma totalmente mundana, que esse homem, chamado Agostinho, foi escutar os famosos sermões de Ambrósio. E foi tal a força desses sermões nele, bateram tão profundamente em seu ser, que Agostinho jogou-se na palavra dos evangelistas e mergulhou no oceano cristão de forma arrebatadora.
Converteu-se. Tornou-se padre. Mais tarde, Bispo de Hipona, na Itália, e é a ele que a humanidade cristã deve a expressão “cristianismo”.
Até Agostinho existia Cristo, mas foi pelas pregações dele, pelos escritos dele, pela argumentação impressionante que nos deu, que surgiria, no planeta, a expressão cristianismo.
Até ele, Cristo; depois dele, o cristianismo.
E não é pouco.
Entre as várias obras de Agostinho uma deveria ser leitura obrigatória para todos os cristãos: “Confissões”. Nesse livro “Confissões”, Agostinho abre o coração e, de público, escreve quem ele era e como foi que, após encontrar-se com Cristo, tornou-se o fenomenal homem bondoso que hoje conhecemos.
Há pessoas que passam a vida sem ler um livro. Outras leem centenas, milhares de livros. Mas tanto quem nada lê quanto quem muito lê, deveria se dar o prazer, o deleite, a satisfação de leras Confissões de Agostinho.
Ele praticamente embebedou-se na obra de Platão, estudou leis, tornando-se doutor em várias correntes de pensamento.
Bom vivant que era, não perdia a chance de ter uma mulher em seus braços, e com uma delas chegou a ter um filho.
Vivia em debates, em meio a políticos, normalmente ironizando-os.
Sua força retórica e seu conhecimento de filosofia, arte, ciência e leis era tanta, que não encontrando respostas para suas dúvidas, rindo dos padres, foi buscar conhecimento espiritual nas seitas, incorporando-se à dos Maniqueus, os chamados “maniqueístas”.
Beberrão, boêmio, frequentador assíduo de bordéis, sua petulância era imensa, sua arrogância sem fim e sua vaidade oceânica.
Ninguém lhe fazia frente no debate, na razão lógica, no pensar “claramente”.
Ocorre que como todo homem que vive muito intensamente, a um certo tempo tudo parece esboroar-se, desmaterializar-se, e o sexo já não sacia a carne, a água já não mata a sede e nem toda a felicidade manda embora a angústia de ser infeliz.
Foi nessa quadra da vida, quando tinha já 33 anos vivido de forma totalmente mundana, que esse homem, chamado Agostinho, foi escutar os famosos sermões de Ambrósio. E foi tal a força desses sermões nele, bateram tão profundamente em seu ser, que Agostinho jogou-se na palavra dos evangelistas e mergulhou no oceano cristão de forma arrebatadora.
Converteu-se. Tornou-se padre. Mais tarde, Bispo de Hipona, na Itália, e é a ele que a humanidade cristã deve a expressão “cristianismo”.
Até Agostinho existia Cristo, mas foi pelas pregações dele, pelos escritos dele, pela argumentação impressionante que nos deu, que surgiria, no planeta, a expressão cristianismo.
Até ele, Cristo; depois dele, o cristianismo.
E não é pouco.
Entre as várias obras de Agostinho uma deveria ser leitura obrigatória para todos os cristãos: “Confissões”. Nesse livro “Confissões”, Agostinho abre o coração e, de público, escreve quem ele era e como foi que, após encontrar-se com Cristo, tornou-se o fenomenal homem bondoso que hoje conhecemos.
Há pessoas que passam a vida sem ler um livro. Outras leem centenas, milhares de livros. Mas tanto quem nada lê quanto quem muito lê, deveria se dar o prazer, o deleite, a satisfação de leras Confissões de Agostinho.