Muitos professores estaduais em Dois Irmãos (e fora daqui) estão reclamando da decisão de não retornar das férias no período combinado e prorrogar por mais duas semanas o recesso. Essa decisão, decretada pela Secretaria Estadual de Educação, visa, segundo a secretária Marisa, prevenir as crianças (e professores) de um surto da gripe “suína”.
Com a prorrogação das férias por duas semanas os professores vão entrar janeiro de 2010 para recuperar as horas. Ou fazer uma matação e não recuperar.
De qualquer forma, pode acontecer mais uma vez a “educação de aparência”, quando professores, alunos, pais e governo “empurram com a barriga” e fica-se no faz-de-conta que ensina e no faz-de-conta que aprende e chega-se ao faz-de-conta que educa. E assim o Brasil se torna Brasil.
Desta feita, no entanto, a falta de aula não ocorrerá por greve, e sim, para prevenir uma expansão do vírus da gripe A. E tem algo muito estranho em tudo isso. Por exemplo:
O secretário de Saúde, doutor Osmar Terra, que é médico e entende do metiê doença, tem dito sistematicamente que essa gripe é “zinha”, não é “zão”, ou seja, é uma gripe como outra qualquer, tendo inclusive efeitos menos danosos que a “gripe normal”. Mais ou menos isso é o que o doutor Osmar Terra, colega da Secretária de Educação, tem dito em jornais.
Portanto, não há, ou não deveria haver motivo para alarde. E nas entrevistas dele, nota-se a preocupação de evitar as tradicionais histerias, quando a população menos culta (para quem se escreve uma coisa e ela lê e entende outra) não compreende o que está dito e logo “se apavora”, lotando postos de saúde, se auto-medicando e criando no imaginário coletivo as crendices que levam ao atraso.
No entanto, e apesar do doutor Terra estar se escabelando para dizer que a gripe “é normal” e até “menos perniciosa” que a gripe tradicional, a Secretaria de Educação prorroga as férias de julho. No entanto, Osmar Terra disse (ainda ontem) que “99% das pessoas não vão pegar a gripe e do 1% que vai pegar, 99% não terá risco de óbtio”.
E aí não se entende mais nada.
Quem está certa? A Secretaria de Saúde ou a de Educação? Será que esse pessoal não conversa, não troca informações entre si?
Com tanta informação contraditória, a população só pode entrar em histeria. Afinal, se nem “os grandes” sabem o que dizem, como é que nós, a ralé de baixo, vamos saber?
E a propósito: Daqui duas semanas, todo o perigo de contaminação já terá passado?
Com a prorrogação das férias por duas semanas os professores vão entrar janeiro de 2010 para recuperar as horas. Ou fazer uma matação e não recuperar.
De qualquer forma, pode acontecer mais uma vez a “educação de aparência”, quando professores, alunos, pais e governo “empurram com a barriga” e fica-se no faz-de-conta que ensina e no faz-de-conta que aprende e chega-se ao faz-de-conta que educa. E assim o Brasil se torna Brasil.
Desta feita, no entanto, a falta de aula não ocorrerá por greve, e sim, para prevenir uma expansão do vírus da gripe A. E tem algo muito estranho em tudo isso. Por exemplo:
O secretário de Saúde, doutor Osmar Terra, que é médico e entende do metiê doença, tem dito sistematicamente que essa gripe é “zinha”, não é “zão”, ou seja, é uma gripe como outra qualquer, tendo inclusive efeitos menos danosos que a “gripe normal”. Mais ou menos isso é o que o doutor Osmar Terra, colega da Secretária de Educação, tem dito em jornais.
Portanto, não há, ou não deveria haver motivo para alarde. E nas entrevistas dele, nota-se a preocupação de evitar as tradicionais histerias, quando a população menos culta (para quem se escreve uma coisa e ela lê e entende outra) não compreende o que está dito e logo “se apavora”, lotando postos de saúde, se auto-medicando e criando no imaginário coletivo as crendices que levam ao atraso.
No entanto, e apesar do doutor Terra estar se escabelando para dizer que a gripe “é normal” e até “menos perniciosa” que a gripe tradicional, a Secretaria de Educação prorroga as férias de julho. No entanto, Osmar Terra disse (ainda ontem) que “99% das pessoas não vão pegar a gripe e do 1% que vai pegar, 99% não terá risco de óbtio”.
E aí não se entende mais nada.
Quem está certa? A Secretaria de Saúde ou a de Educação? Será que esse pessoal não conversa, não troca informações entre si?
Com tanta informação contraditória, a população só pode entrar em histeria. Afinal, se nem “os grandes” sabem o que dizem, como é que nós, a ralé de baixo, vamos saber?
E a propósito: Daqui duas semanas, todo o perigo de contaminação já terá passado?