Não se sabe quando a política se tornou um nojo, mas é certo que não é de hoje e é absolutamente certo que isso se deve aos políticos.
Nos filmes sobre o império romano sempre se vê um imperador nas frentes de batalha, conquistando terras e povos, anexando culturas, e sempre tem o senado e os senadores, um bando de velhos podres, tipos humanos viperinos e peçonhentos, falsos que é um nojo.
Nos filmes sobre a Grécia antiga, vê-se a Esparta guerreira, treinando seus filhos e forjando na lança, na espada e na honra o aço da personalidade das crianças espartanas. E vê-se, também, a Atenas, culta, matemática e filosófica. Mas em contraposição a essa maravilhosa Arete grega, vê-se os políticos gregos, via de regra velhos pederastas armando bote, intrigando e encontrando defeitos nos outros (para esconder os deles próprios), e nojentamente colocando armas e cultura a serviços da astúcia.
Nos filmes em que Hollywood aborda a política sempre aparece um ser humano bom, entre eles. Mas é único. É a exceção na regra de muitos mal-intencionados, cheios de apetites pessoais, buscando interesse próprio e não o coletivo, e vivendo numa vaidade tão delirante que até dá nojo.
A história relata guerras e morticínios, sofrimentos e dores, momentos de escuridão na humanidade e que sempre são causados por seres semelhantes a esses, aqui citados.
É incrível como florescem neste planeta pessoas desvirtuadas da criação, para as quais a palavra do Mestre dizendo "amai-vos uns aos outros" nada significa.
É impressionante como cresce a tribo dos que parecem ter chegado a terra usando a escada que (segundo John Milton) Lúcifer mandou construir para trazer de lá para cá seus asseclas e levar daqui para o Inferno as almas por ele conquistadas.
Por isso estamos descrentes do Estado como instituição. Já não cremos nos políticos. Já não acreditamos na justiça. Já não cremos nos promotores da lei nem nos executores dela, muito menos em seus criadores.
Nunca antes o Rei esteve tão nu quanto agora.
Nos filmes sobre o império romano sempre se vê um imperador nas frentes de batalha, conquistando terras e povos, anexando culturas, e sempre tem o senado e os senadores, um bando de velhos podres, tipos humanos viperinos e peçonhentos, falsos que é um nojo.
Nos filmes sobre a Grécia antiga, vê-se a Esparta guerreira, treinando seus filhos e forjando na lança, na espada e na honra o aço da personalidade das crianças espartanas. E vê-se, também, a Atenas, culta, matemática e filosófica. Mas em contraposição a essa maravilhosa Arete grega, vê-se os políticos gregos, via de regra velhos pederastas armando bote, intrigando e encontrando defeitos nos outros (para esconder os deles próprios), e nojentamente colocando armas e cultura a serviços da astúcia.
Nos filmes em que Hollywood aborda a política sempre aparece um ser humano bom, entre eles. Mas é único. É a exceção na regra de muitos mal-intencionados, cheios de apetites pessoais, buscando interesse próprio e não o coletivo, e vivendo numa vaidade tão delirante que até dá nojo.
A história relata guerras e morticínios, sofrimentos e dores, momentos de escuridão na humanidade e que sempre são causados por seres semelhantes a esses, aqui citados.
É incrível como florescem neste planeta pessoas desvirtuadas da criação, para as quais a palavra do Mestre dizendo "amai-vos uns aos outros" nada significa.
É impressionante como cresce a tribo dos que parecem ter chegado a terra usando a escada que (segundo John Milton) Lúcifer mandou construir para trazer de lá para cá seus asseclas e levar daqui para o Inferno as almas por ele conquistadas.
Por isso estamos descrentes do Estado como instituição. Já não cremos nos políticos. Já não acreditamos na justiça. Já não cremos nos promotores da lei nem nos executores dela, muito menos em seus criadores.
Nunca antes o Rei esteve tão nu quanto agora.